RH – Recursos Humanos.

O Capital Humano, o das Pessoas, uma das Capacidades da Empresa.

 

Atualizada em        09/03/2021

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Mais um site do Prof. Adm. Aloisio Pombo, MSc.  

MOVA/SQMS. Consultoria em
Gestão Estratégica
Representante da máquina DTR.05 que

decompõe resíduos sólidos perigosos.

 

Este site foi criado para debater com o CEO e seus diretores sobre o RH Estratégico, quando o gerente de RH contribui com os objetivos da empresa para que a estratégia dê certo. Sua atuação é a de construir uma estrutura organizacional compatível com os objetivos traçados na estratégia, após aprender a estratégia, a ensinar e explicar em treinamentos para todos da empresa.

Que o gerente de RH contribua com a maximização das Capacidades da empresa – recursos, processos e valores, ao recrutar, treinar e reter talentos com habilidades apropriadas e alinhadas com a estratégia.

 

Vamos conversar mais sobre isso por Whatsapp; Aloisio Pombo 21 99731 6323

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Desemprego  -  Como os economistas

classificam o desemprego 


Existem três formas de desemprego: Friccional, conjuntural e estrutural, e dos três o pior deles e é o que mais ocorre no Brasil é o estrutural. Vamos falar um pouco mais de cada um.
O Friccional ou desemprego temporário, quando os trabalhadores estão trocando de emprego e procurando onde trabalhar, decidindo sobre a melhor oferta de trabalho e remuneração, enquanto que as empresas também estão nessa busca e um não acha o outro ou estão ainda negociando em entrevistas.

 

O Conjuntural é quando um fator de conjuntura atinge um setor ou todos os setores de uma economia durante algum tempo. Podemos ter como exemplo um momento de recessão, uma política econômica que atinja um setor da economia etc. No caso recente da Crise 2020, um choque ocorreu com a pandemia do vírus Covid19 que paralisou todos os setores até sua estabilização.


O Estrutural, que é o mais grave, se divide em três outros subgrupos. O Sazonal, o Tecnológico, e a Incompatibilidade.
O Sazonal é quando terminam as férias de verão no Brasil e de inverno nas estações de esqui nos países que possuem esse tipo de divertimento e então as pessoas ficam sem o que fazer. Não é grave, já que as pessoas esperam por essa situação e já possuem outras ocupações quando termina a estação. Pescadores voltam ao seu trabalho, e assim por diante.


O Tecnológico é quando uma nova tecnologia chega e desemprega os antigos profissionais da área. Um grande exemplo é o CAD, sistema de desenho por computador, substituindo os desenhistas, o EXCEL para os calculistas na engenharia. Os pintores nas fábricas de automóveis e eletrodomésticos etc., com a entrada da robótica. Não é tão grave, já que os profissionais podem se adaptar às novidades tecnológicas no decorrer do tempo, isto é, estejam alertas assim que perceberem a chegada da nova tecnologia, aprendendo novas profissões ou sendo treinado pela empresa na nova tecnologia. 

Incompatibilidade, é mais grave. É dramático pois é o resultado permanente entre a força de trabalho e as necessidades de mão-de-obra na economia. Ocorrem dois casos a qualitativa, situação em que coexistem permanentemente desempregados - em geral com baixo nível de capacitação geral - e vagas não preenchidas de empregos que requerem média ou elevada capacitação. No Estado do Rio de Janeiro temos o exemplo dos empregos ligados à extração de petróleo. Quanto a quantitativa, situação em que o nível de capital instalado na economia é insuficiente para absorver a mão-de-obra disponível em caráter permanente. São empresas que utilizam o capital intensivo, com automação e robótica. Possuem uma escala de produção que atende a demanda do mercado, mas empregam pouca mão-de-obra.

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POMBO MOVA SQMS

 

1 - A dificuldade de se criar empregos no Brasil

Os articulistas e especialistas no setor divergem quanto as dificuldades para se criar empregos. Uns defendem que os problemas do desemprego é a falta de vontade política do governo e políticos influentes, outros estão do lado de que o crescimento da economia é a solução para a criação de empregos.


A globalização tem influência direta sobre o desemprego ou a perda do emprego. Ela pode provocar desemprego num setor ou indústria e beneficiar outro setor comercial ou industrial e até mesmo o de prestação de serviços. Alguns países direcionaram sua cadeia de suprimentos para a China e Ásia na busca de redução de custos de salários e leis trabalhistas.


É notório que quando os índices de desemprego começam a mostrar o aumento nas taxas de desocupados e a população economicamente ativa não consegue postos de trabalho para ocupar, sem que o mercado reaja, cabe ao governante, federal, estadual ou municipal desenvolver políticas públicas para amenizar o processo.

 

Nunca se deve trabalhar com ações utópicas ou maravilhosas fora da realidade, mas sim ativar gastos públicos direcionados para a criação de postos de trabalho, tais como obras necessárias, incentivo a construção civil, que possui uma poderosa cadeia de suprimento como um grande criador de empregos diretos e indiretos. Os governantes podem intervir, não só através de financiamentos a aquisição de casa própria, como também no financiamento da compra de material de construção.

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2 - As diferenças de método para definir o desemprego no Brasil

Existem duas instituições que que divulgam seus números estatísticos e que são publicados pelos principais meios de comunicação do Brasil, o IBGE e o DIEESE.       

O IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística mede o desemprego no país em levantamento nas seis principais regiões metropolitanas do Brasil, incluindo-se aí Rio e São Paulo. É considerado como desempregado aquele que, no momento da pesquisa, não exercia nenhum tipo de atividade, aí se incluía o "bico", "camelagem", "emprego sem carteira", mas estava disposto a trabalhar, também chamada de população economicamente ativa desempregada. Assim o IBGE considera os que conseguiram alguma renda como fora das estatísticas de desempregado.

O DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos socioeconômicos mede o desemprego na região metropolitana da cidade de São Paulo e grande São Paulo. A medição do desemprego é por outra metodologia, onde é considerado desempregado todo o trabalhador que não tenha carteira assinada e que esteja procurando emprego ou desejando trabalhar.

Não querendo defender este ou aquele método, mas sim informando aos interessados a minha opinião, os dados estatísticos de cada instituto oferecem uma leitura diferente para cada pessoa que os leia e os interprete. No meu entendimento o que vale são dois fatores básicos: O primeiro é que o IBGE diz a realidade dos números considerando como empregado o que tem renda, isto é, leva dinheiro para casa, sustenta a sua família, mantém a dignidade de poder comprar e pagar. Muitos inclusive não querem outra vida pois são livres de horários, patrões, e chefes e ganham o equivalente até 3 a 4 salários mínimos vendendo refrigerantes nos sinais de trânsito, sorvetes na praia, trabalhando na construção civil em reformas de residências ou "bico" de eletricista. Mas são instáveis pois não possuem estabilidade e carteira assinada, têm renda, consomem e fazem parte das estatísticas positivas das lojas de eletrodomésticos, supermercados, etc. compram e pagam.

A malandragem também é grande. Muitos dizem que querem trabalhar, declaram-se desempregados, pedem para que os parentes e amigos arranjem emprego, mas se apoiam na renda familiar, onde uma tia, avó, e até mesmo esposa possuem uma renda que lhe dá alimento, casa, e um dinheirinho para comprar uma cervejinha e um cigarro, e está feliz, fica tomando conta das crianças e fazendo "nas horas vagas" as compras do supermercado. Um coitado!    

O segundo ponto que dever ser destacado para uma forte reflexão é que o IBGE mostra os números de 6 regiões metropolitanas do Brasil e o DIEESE apenas a região metropolitana de São Paulo. Outro fator agravante é que mistura seus números listando dados estatísticos de desempregados nas indústrias desta região.

Tanto o IBGE quanto o DIEESE falham em não conseguir registrar o incremento do emprego nas outras capitais do Brasil e a interiorização das fábricas nos estados fora daquelas regiões metropolitanas. Outra falha é a falta de uma análise seletiva considerando a entrada da mulher no mercado de trabalho nos últimos 20 anos, sem compar com estatísticas de anos anteriores. A concorrência aumentou muito e hoje temos profissões que eram masculinas sendo exercidas por elas.

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3 - O subemprego    

O que é inegável é a redução de empregos formais em todo o mundo. No Brasil também está ocorrendo a redução dos trabalhos formais com carteira assinada, e com isso o trabalhador sem emprego está partindo para a informalidade, para o trabalho por conta própria que também está expandindo, com a criação de empresa  MEI.
Isto é muito ruim para o trabalhador brasileiros que sofrem mais do que os dos países europeus e nos EUA onde a proteção dos sindicatos e apoio social dos governos protegem o trabalhador. No Brasil ele sofre com o subemprego, onde recebe remuneração bem abaixo do que deveria devido a falta de assistência pelos sindicatos. O desempregado aceita o emprego que esteja disponível, mesmo que não seja o que esteja procurando e na remuneração desejada, e sujeita-se a uma baixa remuneração. No próximo emprego que se candidatar, no momento da seleção, o empregador irá levar em conta o último salário para iniciar a negociação. A tendência é para um salário decrescente a um círculo vicioso.

Outro fator agravante é a dificuldade do trabalhador que quer trabalhar encontrar a empresa que está doida por conseguir esta mão de obra disponível. As dificuldades de comunicação, a escolha de um bom veículo de divulgação de vagas e o gerenciamento destas oportunidades para colocar o desempregado em contato com a empresa interessada é falho pelos sindicatos, governos, etc. Falta vontade política para acatar e amenizar o sofrimento do desempregado na busca de emprego.


As cidades são grandes, as passagens de deslocamento são caras, falta dinheiro para fazer dinheiro. Falta ânimo ao desempregado investir na busca de um emprego. A fila é grande. Não tenho chance. Desiste. Mais um circulo vicioso para a perpetuação do desemprego e dos baixos salários. O desempregado se encaminha ao trabalho ou emprego informal.


Solução: Máquinas eletrônicas de bancos de dados de empregados disponíveis e empregos ofertados por empresas, com o operário (alto executivo candidato a emprego) em bairros de cada cidade, localizados em administrações regionais das prefeituras ou do governo estadual. Pessoal capacitado atualizando os dados imediatamente. Comunicação imediata do candidato via internet para uma pré-seleção.   

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Uma das Capacidades.

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